
Segundo ela, no primeiro ano do serviço em português, que foi lançado em abril de 2010, foi registrado um crescimento do número de usuários do LinkedIn no Brasil de 428%. Os dados mais recentes, de agosto, mostram que o país tinha mais de quatro milhões de membros, equivalente ao total do Canadá.
"Importantes companhias brasileiras abriram suas páginas no LinkedIn como Petrobras, Vivo e Itaú Unibanco", afirmou a executiva.

Em todo o mundo, o LinkedIn possui 120 milhões de usuários.
Além dos Estados Unidos, onde fica sediado, o LinkedIn opera na Holanda, Índia, Irlanda, Reino Unido, Austrália, Alemanha, França, Cingapura, Suécia e Canadá.
A companhia realizou em maio deste sua oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) na Bolsa de Valores de Nova York. Os papéis da empresa valem agora quase o dobro do preço do IPO, que foi de US$ 45. Na quinta-feira, as ações fecharam a US$ 84,52.
No início de agosto, o LinkedIn alertou que não será tão lucrativo em 2011, conforme direciona recursos para sua expansão.
No segundo trimestre, a empresa teve alta de 120% na receita, para US$ 121 milhões, superando a previsão média de analistas de quase US$ 105 milhões, segundo a Thomson Reuters I/B/E/S.

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